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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado II - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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sábado, 4 de julho de 2015

La identidad judía israelí en las canciones de Naomi Shemer: principales valores de la ‘comunidad imaginada’ judía israelí

MEAH, sección Hebreo 58 (2009), 41-85
Michael Gadish, Jewish Israeli Identity in Naomi Shemer’s Songs: Central Values of the Jewish Israeli “Imagined Community” [La identidad judía israelí en las canciones de Naomi Shemer: principales valores de la ‘comunidad imaginada’ judía israelí]

Resumen: El presente artículo analiza una selección de las canciones más populares de la prolífica cantautora israelí Naomi Shemer, con el objetivo de reconocer y señalar las pautas de pensamiento más repetidas en sus canciones. La primera parte del artículo expone brevemente la importancia de las canciones de Naomi Shemer para la identidad Judeo-Israelí y argumenta por qué las pautas de pensamiento que encontramos en ellas se pueden considerar relevantes para la comprensión de la identidad Judeo-Israelí en general. El análisis de las letras seleccionadas expone algunos elementos contradictorios en el núcleo de la identidad Judeo-Israelí que las canciones de Naomi Shemer representan.
Abstract: The following article analyzes the lyrics of a selection of the most popular songs by the prolific Jewish-Israeli songwriter Naomi Shemer, in order to recognize and highlight the most repeated patterns of thought in them. The first part of the article briefly explains the importance of Naomi Shemer’s songs for Jewish Israeli identity and why the patterns of thought found in them can be considered relevant for understanding Jewish- Israeli identity in general. The analysis of the selected lyrics reveals some contradictory elements at the core of the Jewish-Israeli identity as represented by Naomi Shemer’s songs.
Palabras clave: Naomi Shemer, canciones, folclore, ritual, cantautor hebreo, Judío-Israelí, sionismo, comunidad imaginada, identidad, nacionalismo.

Key words: Naomi Shemer, songs, folklore, ritual, Hebrew songwriter, Jewish-Israeli, Zionism, imagined community, identity, nationalism.

segunda-feira, 30 de março de 2015

FL/UFRJ: Panorama da Literatura Israelense: dos anos de 1980 a anteontem (curso de extensão 2015-1)

Programa:
  • 20 de abril – Contexto político e cultural de Israel doas de 1990 aos dias de hoje e seus reflexos na literatura do Período. 
  • 27 de abril – “Amós Oz: Jerusalém e os primeiros anos após a fundação do Estado de Israel”. Análise das obras “Meu Michel”, “De Amor e Trevas” e “Judas”.
  • 11 de maio – “O cinzel bélico na construção identitária em Avraham Bulli Yehoshua”. Análise das obras “Fogo Amigo”, “O Senhor Máni” e “A Noiva Libertadora”.
  • 18 de maio – “David Grossman: entre o narrativo e o poético”. Análise das obras “Ver: Amor”, “Fora do Tempo” e “Livro da Gramática Interior”.
  • 25 de maio – Etgard Keret, Sara Shiló e Alex Epstein: minorias e minimalismos na literatura israelense ultracontemporânea). Análise de contos de Etgard Keret e de Alex Epstein e do Romance “Nenhum Gnomo Não Vai Vim Não”, de Sara Shiló.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

50 anos da declaração Nostra Aetate


50 anos da declaração Nostra Aetate


Em 1962, o Papa João XXIII inaugurou o Concílio Vaticano II, iniciando um processo que levaria a uma verdadeira revolução nas relações entre a Igreja e a comunidade judaica internacional. Em 1965, o Concílio terminou, e a declaração Nostra Aetate foi publicada. >>> Leia mais em 50 anos da declaração Nostra Aetate

domingo, 25 de janeiro de 2015

Os judeus e as palavras (Amós Oz e Fania Oz-Salzberger)

Nesse livro que mistura narrativa e erudição, conversa e argumento, o romancista Amós Oz e sua filha, a historiadora Fania Oz-Salzberger, contam as histórias por trás dos nomes, dos textos, das disputas e dos adágios mais duradouros do judaísmo. 
As palavras, eles argumentam, compõem o elo entre Abraão e os judeus de todas as gerações subsequentes. 
Continuidade, mulheres, atemporalidade, individualismo - o rol de temas abordados é vasto. Oz e Oz-Salzberger revisitam personalidades judaicas através das eras, da suposta autora do Cântico dos Cânticos aos obscuros Talmudistas e autores contemporâneos. 
Eles sugerem que a longevidade da cultura judaica, e até mesmo a singularidade do povo judeu, depende não apenas dos lugares, monumentos e personalidades heroicas ou rituais, mas da palavra escrita e do contínuo debate entre gerações. 
Secularistas convictos, pai e filha deixam de lado o fervor religioso para extrair dos textos sagrados toda sua força de documento histórico, sua sonoridade poética e densidade literária. 
Repleto de ensinamentos, lirismo e humor, Os judeus e as palavras oferece um passeio pela tradição judaica e estende a mão a qualquer leitor interessado em se juntar à conversa. >>> Veja mais, clique aqui.

2015: Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto (27 de janeiro)


Dia Internacional de Lembrança das Vítimas do Holocausto (27 de janeiro), como ficou conhecido o extermínio de milhões dejudeus e outros grupos considerados indesejados pelo regime nazista durante a Segunda Guerra Mundial, é celebrado oficialmente em 27 de janeiro.

A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2005, para lembrar o dia da libertação dos prisioneiros do campo deconcentração nazista de Auschwitz-Birkenau, no sul da Polônia, ocorrida em 27 de janeiro de 1945.

O texto da resolução rejeita qualquer questionamento de que o Holocausto foi um evento histórico, enfatiza o dever dos Estados-membros de educar futuras gerações sobre os horrores do genocídio e condena todas as manifestações de intolerância ou violência baseadas em origem étnica ou crença.

A resolução pede também ao Secretário-Geral que crie um programa de comunicação sobre o tema "O Holocausto e as Nações Unidas" e que incentive a sociedade civil a promover a memória do Holocausto e iniciativas educativas. A iniciativa da ONU tem importância no sentido histórico e igualmente pedagógico. Veja o link elaborado pela ONU, clique aqui.


Veja mais:



sábado, 18 de outubro de 2014

Derás: o debate sobre a definição e aplicação do termo nos estudos exegéticos do século XX

Resumo: No último século, os exegetas cristãos, para obter uma compreensão mais profunda dos escritos neotestamentários, despertaram progressivamente para a necessidade de conhecer as fontes, práticas e características da exegese judaica (do período do Segundo Templo e do período Rabínico). Esta mudança de perspectiva fez com que a exegese cristã entrasse em diálogo com o derás, a hermenêutica própria do judaísmo. Neste artigo apresentamos a complexa questão da definição e da distinção dos dois termos: derás e midrás. Seguimos o caminho histórico percorrido pelos exegetas cristãos quanto à compreensão e à aplicação dos dois termos. Enfocamos, de modo particular, o debate sobre a compreensão do midrás/derás enquanto gênero literário específico (Wright) ou método exegético e hermenêutico (Bloch; Díez Macho; Le Déaut; etc).