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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado II - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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segunda-feira, 30 de março de 2015

FL/UFRJ: Panorama da Literatura Israelense: dos anos de 1980 a anteontem (curso de extensão 2015-1)

Programa:
  • 20 de abril – Contexto político e cultural de Israel doas de 1990 aos dias de hoje e seus reflexos na literatura do Período. 
  • 27 de abril – “Amós Oz: Jerusalém e os primeiros anos após a fundação do Estado de Israel”. Análise das obras “Meu Michel”, “De Amor e Trevas” e “Judas”.
  • 11 de maio – “O cinzel bélico na construção identitária em Avraham Bulli Yehoshua”. Análise das obras “Fogo Amigo”, “O Senhor Máni” e “A Noiva Libertadora”.
  • 18 de maio – “David Grossman: entre o narrativo e o poético”. Análise das obras “Ver: Amor”, “Fora do Tempo” e “Livro da Gramática Interior”.
  • 25 de maio – Etgard Keret, Sara Shiló e Alex Epstein: minorias e minimalismos na literatura israelense ultracontemporânea). Análise de contos de Etgard Keret e de Alex Epstein e do Romance “Nenhum Gnomo Não Vai Vim Não”, de Sara Shiló.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

50 anos da declaração Nostra Aetate


50 anos da declaração Nostra Aetate


Em 1962, o Papa João XXIII inaugurou o Concílio Vaticano II, iniciando um processo que levaria a uma verdadeira revolução nas relações entre a Igreja e a comunidade judaica internacional. Em 1965, o Concílio terminou, e a declaração Nostra Aetate foi publicada. >>> Leia mais em 50 anos da declaração Nostra Aetate

domingo, 25 de janeiro de 2015

Os judeus e as palavras (Amós Oz e Fania Oz-Salzberger)

Nesse livro que mistura narrativa e erudição, conversa e argumento, o romancista Amós Oz e sua filha, a historiadora Fania Oz-Salzberger, contam as histórias por trás dos nomes, dos textos, das disputas e dos adágios mais duradouros do judaísmo. 
As palavras, eles argumentam, compõem o elo entre Abraão e os judeus de todas as gerações subsequentes. 
Continuidade, mulheres, atemporalidade, individualismo - o rol de temas abordados é vasto. Oz e Oz-Salzberger revisitam personalidades judaicas através das eras, da suposta autora do Cântico dos Cânticos aos obscuros Talmudistas e autores contemporâneos. 
Eles sugerem que a longevidade da cultura judaica, e até mesmo a singularidade do povo judeu, depende não apenas dos lugares, monumentos e personalidades heroicas ou rituais, mas da palavra escrita e do contínuo debate entre gerações. 
Secularistas convictos, pai e filha deixam de lado o fervor religioso para extrair dos textos sagrados toda sua força de documento histórico, sua sonoridade poética e densidade literária. 
Repleto de ensinamentos, lirismo e humor, Os judeus e as palavras oferece um passeio pela tradição judaica e estende a mão a qualquer leitor interessado em se juntar à conversa. >>> Veja mais, clique aqui.

2015: Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto (27 de janeiro)


Dia Internacional de Lembrança das Vítimas do Holocausto (27 de janeiro), como ficou conhecido o extermínio de milhões dejudeus e outros grupos considerados indesejados pelo regime nazista durante a Segunda Guerra Mundial, é celebrado oficialmente em 27 de janeiro.

A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2005, para lembrar o dia da libertação dos prisioneiros do campo deconcentração nazista de Auschwitz-Birkenau, no sul da Polônia, ocorrida em 27 de janeiro de 1945.

O texto da resolução rejeita qualquer questionamento de que o Holocausto foi um evento histórico, enfatiza o dever dos Estados-membros de educar futuras gerações sobre os horrores do genocídio e condena todas as manifestações de intolerância ou violência baseadas em origem étnica ou crença.

A resolução pede também ao Secretário-Geral que crie um programa de comunicação sobre o tema "O Holocausto e as Nações Unidas" e que incentive a sociedade civil a promover a memória do Holocausto e iniciativas educativas. A iniciativa da ONU tem importância no sentido histórico e igualmente pedagógico. Veja o link elaborado pela ONU, clique aqui.


Veja mais:



sábado, 18 de outubro de 2014

Derás: o debate sobre a definição e aplicação do termo nos estudos exegéticos do século XX

Resumo: No último século, os exegetas cristãos, para obter uma compreensão mais profunda dos escritos neotestamentários, despertaram progressivamente para a necessidade de conhecer as fontes, práticas e características da exegese judaica (do período do Segundo Templo e do período Rabínico). Esta mudança de perspectiva fez com que a exegese cristã entrasse em diálogo com o derás, a hermenêutica própria do judaísmo. Neste artigo apresentamos a complexa questão da definição e da distinção dos dois termos: derás e midrás. Seguimos o caminho histórico percorrido pelos exegetas cristãos quanto à compreensão e à aplicação dos dois termos. Enfocamos, de modo particular, o debate sobre a compreensão do midrás/derás enquanto gênero literário específico (Wright) ou método exegético e hermenêutico (Bloch; Díez Macho; Le Déaut; etc).

O diálogo nas Tradições Judaica e Cristã. A Igreja Católica e os Judeus, um diálogo em construção

Resumo: O autor apresenta sua visão sobre quais fatores que levaram a Igreja ao diálogo com os judeus, após uma história marcada pelo domínio católico e a perseguição ao povo judeu. Expõe também algumas contribuições judaicas bíblicas ao tema, tais como a técnica de debate/estudo chamada de pilpul e o conteúdo de extensos debates encontrados no Talmude, que demonstram o lugar central que o diálogo e a indagação filosófica têm no Judaísmo. Acrescenta também aportes contemporâneos judaicos ao pensamento universal, através da filosofia desenvolvida pelo pensador judeu Martin Buber, corroborando o lugar central e ininterrupto do diálogo no Judaísmo desde seu nascimento. Ao longo da apresentação são feitas ligações com a Declaração Nostra Aetate, como posicionamento chave da Igreja no tema do diálogo com os judeus, bem como os “10 Pontos de Seelisberg” e os “12 Pontos de Berlim”, resultado da interação entre cristãos e judeus após o Holocausto.